quarta-feira, 8 de junho de 2011

Portefólio 2/2

Produto final de todas as ideias
Ideia 1

Esta ideia representa o resultado de um ciclo vicioso cheio de dúvidas, incertezas e hesitações que resultam numa mágoa constante pois não consigo libertar-me do comodismo. Esse ciclo vicioso é resultante da indecisão (choque de ideias) de se quero ser ou se sou invisível, isto é, se sou efectivamente um fantasma que não merece viver nem ser visto e que viva sempre nesse constante desconforto de não saber quem é (invisível ou não), ou se o quero ser, mas é inútil sê-lo pois ao esconder-me para não ser vista acabo por ser um fantasma, uma sombra, não sou completamente invisível. A lixa representa a magoa e a desilusão para comigo mesma resultante deste ciclo vicioso. Usei a lixa como material pois ao tocarmo-la esta é desagradável, representando bem assim a mágoa e o desconforto para comigo mesma e para com aquela situação. Na exploração desta ideia nomeei que iria usar também como material a lã, mas decidi usar a linha pois esta é mais fina representando assim a minha sensibilidade face às violências que sou sujeita.
            Optei por usar a técnica Stitch (forma de utilização da costura mais livre; junção de algo através do “ponto cirúrgico”) para representar as tentativas de estes tormentos não continuarem, e por isso é que são pequenos pois temos de começar pela base e não devemos dar “passos largos”, assim estamos em risco de perder tudo o que já conquistámos. Existem alguns elementos, linhas, que estão envolvidos á lixa, representando assim a tentativa falhada, pois não consigo libertar-me do comodismo, não consigo deixar de me atormentar. A cor predominante nesta ideia é o azul, que representa a calma que tem de ser necessária neste processo de mudança. O buraco que está presente representa o meu coração, que está vazio devido a todo este desgastante ciclo vicioso.




 
Ideia 3
Esta ideia retrata a indecisão (choque de ideias) de se quero ser ou se sou invisível tornam-se um ciclo vicioso, fico sem resposta, sempre na indecisão o que me torna mais uma vez vazia, não sou real. O elemento inferior é o meu ninho (nasci num ninho de indecisões). Os elementos superiores são as indecisões, em que o comodismo e os tormentos dominam. Tudo isto resulta num ciclo vicioso que não pára, é um choque, magoa. Fico desiludida comigo mesma. Torno-me vazia, sem forças para aguentar.
            A base desta ideia foi feita em papel amarrotado, pois refiro no meu conceito "percebi agora que sou a minha própria inimiga, que se enoja, repele, e deita fora sem nenhum arrependimento". O elemento que representa a invisibilidade foi feito em papel vegetal amarrotado e com linhas entrelaçadas representando assim a confusão na minha mente do que é ou não é invisível, pois é impossível ser completamente invisível, nem os fantasmas e nem as sombras o são. O elemento que representa-me foi feito em tecido branco em que pintei em azul com aguarela (representando assim a calma que é necessária para libertar-me deste dilema) e colei por cima missangas, representando os sentimentos que cada pessoa tem, isto porque uma pessoa é construída por pequenas características que a definem.








Ideia 4
 
Esta ideia retrata o grito que muda tudo, em que luto para deixar essas invisibilidades e ser real. Liberto tudo o que não sou e não quero ser que estava preso em mim. O grito de raiva muda de intensidade, tornando-se mais violento quando me aproximo do que não sou e que finalmente não quero ser (invisível). Agora sinto-me livre, sou real! Os elementos que estão localizados na esquerda representa-me a tentar sobrepor-me a essas invisibilidades para que não existam mais. Mais uma vez, as invisibilidades estão feitas em papel vegetal e em tecido preto para representar a desilusão. O elemento superior que é uma espécie de rede de tecido representa a libertação dessa tentativa de ser invisível que estava dentro de mim. A invisibilidade está a expandir-se para fora de mim, fazendo com que eu já não tenha mais essa tendência para ser invisível.





















Ideia 9
 
Esta ideia resulta da constante confusão na minha mente, são linhas entrelaçadas, cheias de nós que me impedem de chegar a uma conclusão, a uma decisão para finalmente ficar aliviada e saber que todo esse esforço de procurar a solução valeu a pena. Estas linhas sufocam-me, apertam tanto que fico sem respirar, fico desesperada. Esta ideia foi feita por cima de um tecido branco em que pintei com várias cores com aguarela e depois a esse tecido cosi tecido preto e realizei a técnica stitch e colei algumas linhas entrelaçadas e botões por baixo delas.




















Ideia 11
Houve outra tentativa de realização desta ideia, mas resultou mal pois não representei bem o que queria representar.
Esta ideia representa a tentativa de colorir a minha vida forçadamente. No inicio fico enjoada pois não estou habituada, mas tenho de me habituar. A felicidade estava guardada dentro de mim, apenas não a libertava porque não queria ou porque sentia que não devia. O saco de chá representa-me, este está negro e invisível. Dentro de mim “explode” cores que não sabia que existiam dentro de mim, colorindo assim a minha vida. Esta ideia foi realizada com um saco de chá, linhas e missangas de várias cores, papel vegetal, botões e aguarelas.


 




















Ideia 10
“Sou a minha própria inimiga. Não é Justo!”
Esta ideia representa a minha raiva em relação a todo este processo, libertando toda a fúria e mágoa a que fui sujeita, e tudo isto apenas por causa de mim, porque sempre me atormentei e isso não é justo. Os materiais que usei nesta ideia foram linhas e missangas de várias cores, nomeadamente cores quentes, e aguarela. Nesta ideia, ao contrário das anteriores não cosi, apenas colei, e por isso é que nesta ideia só apresento a parte da frente.









 
Ideia 12
Esta ideia representa o meu lado bom e o meu lado mau, isto é, eu sem invisibilidades e eu com invisibilidades, indeterminada, como uma sombra, impedindo que as pessoas vejam quem eu sou. Nesta ideia a sombra está apresentada de forma positiva pois se ela existe é porque existe algo por detrás dela que a provoca, isto quer dizer que existo, sou real. Esta ideia foi realizada com diversos materiais, entre eles várias linhas, em que alguma delas estão cosidas seguindo a técnica do stitch e outras estão entrelaçadas, botões, tecido preto, e aguarelas.



























Ideia 5
Esta ideia representa o momento da decisão, escolhendo se quero viver no mesmos ciclo vicioso que me impede de ser feliz ou optar por pôr de parte todas essas invisibilidades e ser eu própria, ser feliz. Os materiais utilizados nesta ideia foram tecido cinzento, verde e azul, linhas de diferentes cores, fita de papel, botões e aguarela.











 




















Produto final
            Escolhi como produto final a ideia nº4 pois representa bem o meu conceito e é a de todas a mais rica em textura, o que acho muito importante:
Materiais que utilizei por ordem (da esquerda para a direita): rede em tecido; tecido preto; botão; papel vegetal; linha cor-de-rosa; linha transparente; linha vermelha; linha amarela; linha verde; linha preta; linha azul-escura; linha azul clara; missangas verdes, azuis, cor-de-rosa, e amarelas; aguarela preta e azul.


Apresentação final

O meu conceito, em termos gerais, incide sobre um conjunto de indecisões de se sou invisível ou se o quero ser, hesitações, esconderijos, ciclos viciantes que me atormentam e corroem. No meu conceito comparo-me a um fantasma que é uma espécie de sombra que nem sempre está presente, tal como eu, que por comodismo prefiro ser uma sombra para não estar exposta, para não correr o risco de ser julgada, e por consequência disso critico-me e atormento-me, sou a minha própria inimiga, sendo de salientar imagens indeterminadas, isto é, de fantasmas ou de sombras que reflectem o ciclo vicioso em que vivo, que me corrói, pois mesmo quando me escondo sou visível, como um fantasma, uma sombra, vivo mas não sinto. E no momento em que me escondo, não quero ser vista, mas também não quero ser ignorada. Nasce uma raiva dentro de mim porque isto não deveria acontecer, não deveria ser a minha própria inimiga e só devia querer o meu bem. Nas minhas intervenções valorizei principalmente as indecisões, a mágoa resultante delas, o momento da escolha, a confusão constante na minha mente, uma confusão que me sufoca, a raiva, e a forçada tentativa de a minha vida conter cor.
            Como produto final escolhi a Ideia 4, pois na minha opinião é a mais rica em textura o que acho muito importante.

Esta ideia retrata o grito que muda tudo, em que luto para deixar essas invisibilidades e ser real. Liberto tudo o que não sou e não quero ser que estava preso em mim. O grito de raiva muda de intensidade, tornando-se mais violento quando me aproximo do que não sou e que finalmente não quero ser (invisível). Agora sinto-me livre, sou real! Os elementos que estão localizados na esquerda representa-me a tentar sobrepor-me a essas invisibilidades para que não existam mais. Mais uma vez, as invisibilidades estão feitas em papel vegetal e em tecido preto para representar a desilusão. O elemento superior que é uma espécie de rede de tecido representa a libertação dessa tentativa de ser invisível que estava dentro de mim. A invisibilidade está a expandir-se para fora de mim, fazendo com que eu já não tenha mais essa tendência para ser invisível.
            Também realizei o mostruário da Ideia 4, mostrando assim todos os materiais que utilizei:
Materiais que utilizei por ordem (da esquerda para a direita): rede em tecido; tecido preto; botão; papel vegetal; linha cor-de-rosa; linha transparente; linha vermelha; linha amarela; linha verde; linha preta; linha azul-escura; linha azul clara; missangas verdes, azuis, cor-de-rosa, e amarelas; aguarela preta e azul.

Avaliação 

Diário de Projecto – Na minha opinião o diário de projecto deste módulo é o melhor comparado aos módulos anteriores, pois sempre que tinha oportunidade explorava ideias tanto graficamente mas também escritas, pois afinal é um diário e nele temos de debruçar-nos todos os dias.
Portefólio – Este portefólio foi o mais trabalhoso mas também aquele em que me sinto mais realizada, pois tentei fazer o meu melhor.
Blogue – Coloquei no blogue o resumo de todas as aulas e o processo do meu trabalho, acrescentando sempre que podia mais elementos na pesquisa.
Aulas – Nas aulas tentei não conversar tanto com os meus colegas em relação a coisas insignificantes em relação ao trabalho, e tentei aproveitar cada minuto para realizar o meu projecto, pois o tempo era pouco.
            Em geral acho que o meu trabalho tem evoluído cada vez mais, tomei mais atenção a pequenos aspectos que não tinha dado atenção anteriormente, nomeadamente quando escolhia os referenciais, escolhia apenas fotos que não tinham tanta relação com o meu conceito. Tomei especial atenção á realização da pesquisa, pois acho que esta é muito importante, fico a conhecer artistas da área que não conhecia e as suas variadas obras ajudando-me assim na realização do meu projecto. Realizei a exploração de ideias em conjunto com selecção e desenvolvimento de uma ideia porque ao explorar cada ideia já planeava quais os materiais a utilizar e realizei vários desenhos de cada ideia que queria realizar para ficar melhor planeada. Em termos da utilização portuguesa acho que neste módulo já não existem assim tantos erros como no anterior, e em termos das TIC acho que não existe nenhum problema pois sei usar bem o computador. Na minha opinião também melhorei nas competências pessoais e sociais, tentando conversar menos em relação a coisas que não têm nenhuma relevância no trabalho em questão.

Portefólio 1/2

Memória Descritiva
O que foi pedido
            No módulo 6, de Produção Artística de Têxtil, foi lançado um desafio a partir da “Metamorfose” de Kafka e que a seguir se transcreve:
            « (…) A senhora Samsa e Grete curvaram-se sobre as suas cartas, como se quisessem continuar a escrever; o senhor Samsa, reparando que a mulher-a-dias já se estava a fazer para contar tudo em pormenor, levantou decididamente a mão, não a deixando sequer começar. Impedida de contar o que quer que fosse, a mulher lembrou-se subitamente da pressa que tinha e exclamou, obviamente ofendida:
- Adeusinho a todos. (…)»
            Desafio: “O fim deste teu tempo de metamorfose aproxima-se… o que gostarias de contar a ti mesmo(a) sobre o que de ti descobriste, quando daqui a uns largos anos tropeçares nas tuas memórias?”
            Foi, igualmente, pedido que fosse realizado o seguinte trabalho:
            Optar pela realização da Intervenção Têxtil no Diário de Projecto, pela Aplicação mista stencil/têxtil, ou pelo Objecto Tridimensional, em que tínhamos de realizar a exploração de ideias -  que tinha de ter de 10 a 15 propostas, seleccionar uma ideia e desenvolvê-la.
Que resposta foi dada
            Após a reflexão sobre a questão lançada como base do desafio, comecei por definir o conceito que, em termos gerais, incide sobre um conjunto de indecisões de se sou invisível ou se o quero ser, hesitações, esconderijos, ciclos viciantes que me atormentam e corroem. No meu conceito comparo-me a um fantasma que é uma espécie de sombra que nem sempre está presente, tal como eu, que por comodismo prefiro ser uma sombra para não estar exposta, para não correr o risco de ser julgada, e por consequência disso critico-me e atormento-me, sou a minha própria inimiga. A partir desse conceito iniciei a clarificação dos referenciais implícitos, sendo de salientar imagens indeterminadas, isto é, de fantasmas ou de sombras que reflectem o ciclo vicioso em que vivo, que me corrói, pois mesmo quando me escondo sou visível, como um fantasma, uma sombra, vivo mas não sinto. E no momento em que me escondo, não quero ser vista, mas também não quero ser ignorada. Nasce uma raiva dentro de mim porque isto não deveria acontecer, não deveria ser a minha própria inimiga e só devia querer o meu bem, e por isso, um dos referenciais reflecte o momento da decisão, da escolha. Apesar de tomar consciência que todo este processo magoa-me, não consigo libertar-me do comodismo, pois afeiçoei-me tanto a esse modo de viver que é difícil mudar. Como não consigo libertar-me do comodismo fico desiludida comigo mesma porque fui incapaz de superar os obstáculos. Em conclusão o meu conceito fala principalmente de um ciclo viciante que me magoa.
            Por se tratar da tecnologia de Têxtil, fui realizar uma pesquisa sobre objectos e produtos da mesma, tendo incidido esta sobre vários artistas que trabalharam em têxteis, tais como Louise Bourgeois, Rosemarie Trockel, Maria Lai, Joana Vasconcelos, e Marcel Duchamp que introduziu a ideia de ready made como objecto de arte. Pesquisei sobre as obras de Marcel Duchamp pois uma das opções de trabalho para além da Intervenção Têxtil no Diário de Projecto e da Aplicação mista stencil/têxtil também podíamos fazer um Objecto Tridimensional em que tínhamos de intervir num objecto encontrado, do dia-a-dia, de dimensões que coubessem nas mãos em forma de concha, e apropriarmo-nos dele. Também pesquisei no site da escola trabalhos de alunos de Têxteis, pois estes são semelhantes ao que é pedido neste módulo, e pesquisei num livro que tenho em casa que é sobre a técnica mista, tendo assim intervenções têxteis, falando nomeadamente da importância da textura e o stencil. Gostei particularmente de descobrir novos artistas e as histórias por detrás das suas obras.
            De seguida, iniciei a exploração de ideias para a minha intervenção, tendo valorizado principalmente as indecisões, a mágoa resultante delas, o momento da escolha, a confusão constante na minha mente, uma confusão que me sufoca, a raiva, e a forçada tentativa de a minha vida conter cor, isto é, fazendo “explodir” para fora a felicidade que estava dentro de mim guardada a sete chaves. No inicio fico enjoada e rejeito esse diferente modo de vida - vida feliz - pois não estou habituada. Esta exploração foi feita apenas em aguarela, pois acho esse método muito mais libertador, explorando ideias muitas vezes com os olhos fechados para não ter a preocupação de como a pintura ia ficar, mas sim se os sentimentos que eu queria que fossem transmitidos se transmitissem, decidi escolher e desenvolver principalmente as ideias de comodismo, a invisibilidade, e a mágoa por estes provocada, porque são essas as palavras de força que predominam e explicam o meu conceito. Do desenvolvimento da ideia seleccionada, cheguei a uma solução ou proposta final, em que há a assinalar a importância da textura, pois na minha opinião a textura é muito importante, pois esta consegue transmitir muito bem os sentimentos, a cor, as linhas entrelaçadas que simbolizam a confusão e a agitação. Na exploração de ideias que realizei disse que iria desenvolver as minhas ideias nomeadamente com a lã, mas decidi usar em vez desta, a linha, pois esta é muito mais fina e sensível, transmitindo assim muito melhor os sentimentos que queria transmitir.
            Após a apresentação e discussão das minhas propostas, passei à sua realização. Neste processo verifiquei que a minha ideia ganhou vida, que fala por si própria e que é muito rica em textura, algo que acho muito importante e esse foi o meu principal objectivo na sua realização. Esta ideia foi realizada com uma ideia já planeada, mas desenvolvi e acrescentei ao longo do seu processo mais elementos para que esta fique mais rica e ao mesmo tempo equilibrada.
Aspectos dignos de registo
            Durante o desenvolvimento deste trabalho considerei particularmente interessante como é possível realizar desenhos ao coser. Nunca tinha cosido na minha vida e ganhei esse gosto pois nunca pensei em coser por exemplo numa folha de papel, algo que irei explorar e desenvolver melhor. Achei também particularmente interessante que a área Têxtil não se limita apenas á utilização de materiais têxteis, mas também a tudo o que queiramos acrescentar, como lixa e o papel vegetal, que utilizei.
Conclusão
            Olhando para o trabalho que realizei, entendo que são aspectos fortes o meu conceito, pois ao contrário de todos os conceitos nos módulos anteriores este é o único que incide mais sobre mim mesma, não referindo nada nem ninguém do exterior, apenas eu. Outro facto que achei importante e acho que melhorei foram os referenciais que ao contrário dos outros módulos escolhi imagens que tinham mais relacionamento ao meu conceito, não me baseando apenas pela cor ou por pormenores insignificantes, sendo aspectos a merecer maior cuidado ou atenção os que dizem respeito á exploração de ideias e o seu desenvolvimento, pois para explorar ideias desenvolvia e aprofundava o meu conceito escrevendo e depois traduzia esses textos graficamente, desenvolvendo assim melhor o meu conceito.

Conceito 

Para ti sempre foste um fantasma. Espero que isso tenha mudado. Nem eu própria sei se pensas que tens de ser assim ou se és mesmo um fantasma. Talvez gostes de o ser, mas sei que por vezes nasce uma raiva em ti porque nada disto deveria ser assim.
Quando leres esta carta já cresceste, tomaste consciência de quem és, e espero sinceramente que nunca mais te atormentes. Não é justo. Percebi agora que sou a minha própria inimiga, que se enoja, repele, e deita fora sem nenhum arrependimento.
Não é justo. Não deveria ser assim e espero que neste momento em que estás a ler esta carta que estejas a sorrir. Superaste-te. Já não és nem queres ser um fantasma. És real!

Referenciais 
Para escolher melhor os meus referenciais decidi escrever algumas palavras e frases relacionadas com meu conceito:
-raiva;
-desilusão (para comigo mesma);
- ser quem sou (individualidade);
-enganada por mim mesma (ilusão);
-atormentada;
-indecisão;
-penso que sou incapaz de ficar bem comigo própria, de preferir o comodismo de me continuar a atacar constantemente porque talvez o mereça;
- sombra- comparo-me a uma sombra porque esta nem sempre está presente, tal como eu, que por comodismo prefiro ser uma sombra para não estar exposta, para não correr o risco de ser julgada, critico-me e atormento-me. Não é uma atitude feliz, e como resultado torno-me infeliz, mas por vezes penso que o mereça. E aí está a minha indecisão, a minha hesitação:
            - deixo o comodismo, de me atormentar e de dizer a mim própria que nunca passarei de uma simples sombra, cresço e evoluiu;
            - ou então, a mais cómoda e fácil opção- continuar no mesmo beco sem saída, na mesma indecisão, a indecisão se valho ou não a pena;
-áspero.






Era impossível esconderes-te completamente,
mas tentavas.
Depois vias que isso era inútil porque mesmo que te escondesses eras visível, como um fantasma, uma sombra.
Existias, mas não vivias.
Vagueavas, mas não sentias.
Estavas indecisa.
Não querias ser vista,
mas também não querias ser ignorada.
É tudo ou nada.
Tens de escolher.
Muda de vida.
Título: Efeito fantasma
Autor(a): Eduardo
Site:olhares.aeiou.pt
 
Existem aqueles momentos na vida em que tens de tomar decisões importantes que te vão acompanhar ao longo da vida.
Tens de escolher.
Não evoluis na hesitação.
Título: hesitação no trânsito
Autor(a): Flipmarks
Site:olhares.aeiou.pt    


 
És uma imagem indecisa, abstrata.
Não sabes o que fazer nem o que sentir.
És uma sombra. Escondes-te,
Voltas a aparecer.
Escondes-te.
É um ciclo viciante, é violento, é áspero, corrói-te. Mas não davas por isso.
Agora que percebeste podes mudar, mas é difícil.
Título: Serás capaz?
Autor(a): Marta Ferreira- www.mfotografia.com
Site:olhares.aeiou.pt

Adormeço todos os dias na mesma indecisão.
Os dias passam, continuo a mesma.
Uma sombra.
Um fantasma, que nem todas as pessoas acreditam que existe.
Título: Não vale a pena desistir de mim
Autor(a): vítor jesus Fonseca
Site: olhares.aeiou.pt  

Não consegues libertar-te do comodismo.
É vicioso.
Acalma-te.
Título: Sentido único
Autor(a): Laura
Site: olhares.aeiou.pt 

A desilusão é constante.
Título: Desoloção? Desilusão?
Autor(a): BERNARDO
Site:olhares.aeiou.pt 

 
Esta obra também pertence aos meus referenciais pois o entrelaço das linhas representa a confusão que existe na minha mente para tomar a decisão de se quero ser ou se sou invisível.

Pesquisa 
Artistas


-Louise Bourgeois é um exemplo de uma artista plástica que trabalhou com têxteis, sendo essencialmente escultora.
Nasceu na França no dia 25 de Dezembro de 1911 e morreu em Nova York a 31 de Maio de 2010, Louise ganhou fama tardiamente com suas esculturas abstractas feitas em madeira, aço, pedra e borracha, além de seus desenhos e gravuras. É conhecida pela  sua escultura Maman, uma enorme aranha que permanece em exposição no MAM-SP, na marquise do Parque Ibirapuera, no Brasil.
A artista plástica costumava inspirar-se em episódios de sua infância para fazer as suas obras, marcadamente a relação entre seus pais, que mantinham um relacionamento infiel,  mas recusavam-se a admiti-lo. A série de aranhas desenvolvida a partir dos anos 90, inclusive, representa essas inquietações familiares.







Louise Bourgeois, Seven in Bed (detail), 2001
Fabric, stainless steel, glass and wood.
Courtesy Cheim and Read, Galerie Karsten Greve and Galerie Hauser & Wirth, © Copyright Louise Bourgeois.
Louise Bourgeois, Untitled, 1996, Fabric, lace and thread, Courtesy Cheim & Read, Galerie Karsten Greve, and Galerie Hauser& Wirth, © Louise Bourgeois Photo: Peter Bellamy.
Louise Bourgeois, Cell (Hands and Mirror), 1995, Collection Barbara Lee, courtesy Cheim & Read, New York, Photograph Peter Bellamy.

-Rosemarie Trockel (1952-) nasceu em Schwert e vive e trabalha em Colônia. É uma artista conceituada alemã com grande projecção internacional na arte contemporânea. As suas  obras falam sobre a mulher e o seu papel na sociedade. O desenho,  a pintura, os objectos, as instalações, o vídeo, a fotografia e a escultura são os meios usados para construir as suas obras.
Rodemarie Trocklel- Kiddy car
Rosemarie Trockel- Balaklava
Rosemarie Trockel- Sleeping Pill unit.

-Maria Lai nasceu em Ulassai, em Itália, em 1919. Utiliza várias técnicas e materiais como: quadros, cerâmicas, pinturas e livros costuradas e até intervenções ambientais. Participou em numerosas exposições nacionais e internacionais.


Maria Lai, Tenendo per mano il sole, 1983.
Maria Lai - Libro scalpo, 1978


-Marcel Duchamp nasceu em Blainville, França, a 28 de Julho de 1887, e morreu em Nova York, EUA, em 2 de Outubro de 1968. Duchamp quem introduziu a ideia de ready made como objecto de arte. O ready made é o transporte de um elemento da vida quotidiana, inicialmente não reconhecido como artístico, para o campo das artes. A princípio era uma simples brincadeira com os amigos, mas Duchamp passou mesmo a incorporar material de uso comum nas suas esculturas. Em vez de trabalhá-los artisticamente, simplesmente considerava-os prontos e exibia-os como obras de arte. A sua obra está vinculada, de algum modo, ao seu modo de vida boémio, propiciado pelo convívio com pessoas influentes e poderosas no meio artístico norte-americano. A suas primeiras obras são impressionistas, influenciadas por Cézanne. Duchamp mistura posteriormente os estilos cubista e futurista.


Marcel Duchamp, A fonte
Nu descendo uma escada - Marcel Duchamp - 1912
Aguarela, tinta, lápis e pastel sobre papel fotográfico - 147 x 89cm

Marcel Duchamp, O secador de garrafas, ready-made, 1914.
-Joana Vasconcelos nasceu em Paris, dia 8 de Novembro de 1971, e é uma artista plástica portuguesa contemporânea, considerada como uma das mais marcantes da última década. Formou-se no AR.CO, em 1996. Trabalha frequentemente com a escultura e a instalação. A uma das suas obras mais famosas é  Nectar, que pertence à Colecção Berardo e está exposta no Museu Colecção Berardo, instalado no CCB. Muitos dos seus trabalhos estão patentes em colecções privadas europeias. Na Bienal de Veneza, em 2005, a artista representou Portugal com A Noiva. Já ganhou diversos prémios, incluindo o concurso do Museu Berardo.

Em Fevereiro de 2008 inaugurou na Pinacoteca de São Paulo, o projecto "Contaminação", descrito como "um corpo têxtil, colorido, disforme e tentacular".

Em 30 de Junho de 2009, uma das suas obras intitulada "Coração Independente Dourado" foi leiloada na Christie's por 192 mil euros. A peça foi arrematada por uma coleccionadora britânica anónima, que a emprestou ao Museu Berardo, em Lisboa.



Contaminação – Joana Vasconcelos
Joana Vasconcelos, A Noiva, 2001-2005. Esta obra é um lustre com 4,7 metros de altura, feita com 14 mil tampões. Esta obra assenta na fusão de dois símbolos de ostentação burguesa: o lustre e a noiva – «a mulher transformada em bibelot (objecto inútil ou de pouco valor, que se usa geralmente sobre uma peça de mobiliário como adorno». 


Trabalhos de alunos da Escola Secundária Artística António Arroio. Escolhi pesquisar e desenhar estes trabalhos  pois são semelhantes ao que é pedido neste módulo, têxtil. Fonte: www.antonioarroio.pt








Exploração de ideias/ Selecção e desenvolvimento de uma ideia
1º Ideia
Para representar as violências, os tormentos, as ofensas e este ciclo vicioso que me corrói, vou usar como material a lixa. Este material representa bem esses sentimentos por ser áspero e por ao tocarmos ser desagradável. Ao redor da lixa vou usar diferentes tipos de lã que me representam (estão magoados).

Existem elementos pequenos feitos de lã, isso traduz a minha tentativa constante de tentar esquecer a dor e seguir em frente. E por isso é que são elementos pequenos porque mudar a mentalidade não é fácil, e estão a "crescer" de baixo para cima porque deve-se sempre trabalhar (mudar) pela base.
A lã por vezes está envolvida à lixa - não consigo libertar-me do comodismo. Existe outros elementos feitos também de lã que caiem -esta é a tentativa de libertação, isto é, de libertar-me do comodismo e de crescer, ser real.
O buraco representa o vazio resultante de todo este processo, esse buraco representa o meu coração.
A cor predominante é o azul, que representa a calma que tem de ser necessária neste processo de mudança.
A lixa representa a dor. As lãs de diferentes cores representam-me.

Desenho mais pormenorizado (parte da frente e parte de trás respectivamente): 

Material necessário: lixa (A4); lã de várias cores, essencialmente tons de azul; linha.

2º Ideia
Esta segunda ideia ainda não está muito desenvolvida.
Esta ideia retrata a minha indecisão - se sou invisível ou se quero ser invisível. As invisibilidades serão feitas de papel esquiço e a parte negra que cobre todas essas indecisões é como se fosse um grito de raiva, um grito de já chega porque nada disto deveria ser assim. A invisibilidade chega a um certo ponto que magoa e por isso vou colocar também junto do papel esquiço pedaços de lixa.

Material necessário: papel esquiço; linha; lixa.



3º Ideia
Nesta ideia decidi fazer um desenho livre em aguarela para não ser uma ideia tão "planeada" como as anteriores.
Este desenho retrata a indecisão ( choque de ideias) de se quero ser ou se sou invisível tornam-se um ciclo vicioso, fico sem resposta, sempre na indecisão o que me torna mais uma vez vazia, não sou real.

Para desenvolver esta ideia fiz um segundo desenho:
A base deste desenho é um ninho (nasci num ninho de indecisões). Os elementos superiores são as indecisões, em que o comodismo e os tormentos dominam. Tudo isto resulta num ciclo vicioso que não pára, é um choque, magoa. Fico desiludida comigo mesma. Torno-me vazia, sem forças para aguentar.
A base desta ideia vai ser feita de papel amarrotado - como refiro no meu conceito, "percebi agora que sou a minha própria inimiga, que se enoja, repele, e deita fora sem nenhum arrependimento". Planeio fazer os elementos superiores, as indecisões em stencil:
Material necessário: papel esquiço; tecido branco; linhas e missangas de várias cores; papel amarrotado; aguarela.


4º Ideia
Este desenho também é mais livre e optei como na 3º ideia de fazer a sua exploração utilizando aguarela de cor preta para não ser influenciada pelas cores.
Esta ideia retrata o grito que muda tudo, em que luto para deixar essas invisibilidades e ser real.
Liberto tudo o que eu não sou e não quero ser que estava preso em mim. O grito de raiva muda de intensidade, tornando-se mais violento quando me aproximo do que não sou e que finalmente não quero ser (invisível). Agora sinto-me livre, sou real!
Material necessário: tecido preto; linhas e missangas de várias cores; espécie de rede; papel esquiço; aguarela.



5ª Ideia
Ao mesmo tempo que pintava contava a "história" do meu conceito: Existem tantos caminhos... tenho de escolhe um, não evoluiu na hesitação, senão continuo a ser uma sombra, isso magoa, não quero! Quero ser real! Quero ser feliz!
Desenho mais desenvolvido:

As linhas cruzadas representam os diferentes caminhos. Decidi fazer uma experiência com fita de papel em que pintei por cima com aguarela:
Material necessário: fita de papel; linhas de diferentes cores; tecidos.


6º Ideia

7º Ideia


8º Ideia


9º Ideia
A confusão na minha mente é constante, são linhas entrelaçadas, cheias de nós que me impedem de chegar a uma conclusão, a uma decisão para finalmente ficar aliviada e saber que todo esse esforço de procurar a solução valeu a pena. Estas linhas sufocam-me, apertam tanto que fico sem respirar, fico desesperada.
Material necessário: tecido branco; aguarela; linhas de diferentes cores; botões.


10º Ideia
"Sou a minha própria inimiga. Não é justo!"
Material necessário: linhas de cores quentes (vermelho, amarelo, laranja) e preta; missangas; aguarela.


11º Ideia
Mas não te atormentes mais, não vale a pena, há quem faça isso por ti.


Esta ideia representa a tentativa de colorir a minha vida forçadamente. No inicio fico enjoada pois não estou habituada, mas tenho de me habituar.
A felicidade estava guardada dentro de mim, apenas não a libertava porque não queria ou porque sentia que não devia.
Material necessário: papel esquiço - pintar o papel esquiço pois as cores não estão bem determinadas e estão a ser rejeitadas; saco de chá; aguarela; linhas e missangas de diferentes cores. 


12º Ideia 
"És real!"- movimentos suaves, despreocupados, pois já sou real, tudo o que queria.
Se sou real, não sou simples, logo a minha ideia tem de ter vários elementos colocados de formas despreocupada e livre, pois já tenho tudo o que queria, não tenho de me preocupar com mais nada.


13ºIdeia 

As sombras podem ser vistas por várias perspectivas:
-posso ser comparada a uma sombra de um modo positivo, pois se esta existe é porque existe algo que a provoca, isto quer dizer que esse algo é real.
- e o modo negativo, em que ao ser comprada com uma sombra, algo que só mostra os contornos, é algo indefinido e indeterminado, logo ainda existe aquele conjunto de indecisões, não sou totalmente visível nem invisível.
Esta ideia mostra que por detrás das indecisões eu existo.

Material necessário: linhas e missangas de várias cores; tecido preto.
Nota: as ideias mais desenvolvidas, isto é, as que indico quais os materiais necessários para a sua realização, são as ideias que seleccionei para realizar.


Realização 
Relatório
            Na primeira aula de Têxtil em Tecnologias os professores começaram por perguntar quais foram as nossas notas do 1º e 2º períodos em Projecto e Tecnologias e que curso estávamos a pensar seguir.
Mostraram-nos alguns trabalhos do 10ºano deste ano lectivo e alertaram-nos que o tacto é muito importante e que vamos ter 4 aulas neste módulo.

            No segundo bloco fomos para a sala de Projecto em Têxtil do 12ºano para os professores mostrarem-nos o plano das aulas e exemplos de trabalhos têxteis. Vimos alguns trabalhos do 11ºano de um workshop que fizeram, em que tinham de trabalhar em tecido a partir de uma fotografia.

O curso de produção artística permite ao aluno dominar o vocabulário base da expressão plástica.

 Planeamento das aulas:
1º Aula- cultura têxtil;
2º Aula - visita de estudo (não podemos realizar este segundo ponto devido á falta de tempo);
3º Aula- Materiais, técnicas, equipamentos (manipulação e reutilização de materiais convencionais e não convencionais);
4º Aula- Explorar qualidades formais, plásticas e expressivas dos materiais e técnicas.
5º Aula- Experimentação e desenvolvimento. Identificação dos materiais e das técnicas. Elaboração de fichas técnicas.
6º Aula- Apresentação, discussão e avaliação.

            Na próxima aula temos de levar um objecto, apropriarmo-nos dele, tem de ser encontrado e de dimensões que caiba nas mãos em forma de concha.

Técnicas

Aplicar
Foi-nos mostrado trabalhos de Louise Bourgois;

Sobrepor
Como exemplo foi-nos mostrado um trabalho do 11ºano que era as camadas do tempo.

Revestir
Quando revestimos algo o espaço muda de expressão.
Vimos trabalhos de Rosemary Trockel, de um aluno do 10ºano que revestiu um carro com sementes e essas sementes cresceram, e a Catedral de Colônia, de Christo, que é uma instalação.

Franzir

Pontear

Pespontar

Stich
Vimos um trabalho do 10ºano, em que o aluno imaginou o interior da toca onde a Alice no País das Maravilhas caiu, onde usou vários materiais como por exemplo lantejoulas e arame. Vimos também trabalhos de Louise Bourgeois, que é um trabalho muito auto-biográfico e usa muito a palavra, e de Maria Lai.

Bordar
Vimos um trabalho de autor desconhecido que era um desenho de uma boca cozida sobre papel.

Colar
Vimos um trabalho que era o sapato da Alice (o tema era a Alice no País das Maravilhas), que a partir de uma forma de sapato de madeira, o aluno(a) transformou-o usando tecidos e arames.

Engomar
Com esta técnica podemos alisar, vincar um tecido, e também fazer um efeito com o ferro (queimar) e com isso fazer composições.

Tingir
Reservar

Stencil

            Na segunda aula de Têxteis em Tecnologias temos de levar uma proposta já preparada. É muito importante fotografar o nosso processo e fazer uma ficha técnica dos materiais e técnicas utilizadas.

Materiais necessários para a próxima aula:
*agulha (qualquer);
*linhas;
*tesoura;
*x-acto;
*agrafador;
*furador;
*cola UHU líquida;
*o objecto para intervir sobre;
*tecídos;
*diário de projecto.

           
            Na segunda aula de Têxtil em Tecnologias os alunos começaram a desenvolver as suas ideias exploradas na aula anterior em Projecto.

            Decidi explorar a minha 1º ideia:

O primeiro passo foi furar a lixa separadamente do papel, pois a lixa é dura e se furasse o papel e a lixa ao mesmo tempo estava em risco de rasgar o papel.
Comecei a coser com linha azul.
Parte de trás do trabalho feita até ao momento.
Nesta aula apenas consegui desenvolver este bocado da ideia , mas em casa avancei mais um pouco o trabalho:



Na segunda aula de Projecto de Têxtil terminei o desenvolvimento da minha primeira ideia:


E também iniciei o desenvolvimento da 3º Ideia:












Quando cheguei a casa comecei a desenvolver a 4º Ideia:




Na aula de Tecnologias do dia 31 de Maio comecei a desenvolver a Ideia 11:


 Não gostei muito do resultado desta ideia e decidi desenvolve-la de outra maneira:

 
Trabalho desenvolvido em casa:
3º Ideia

      4º Ideia

                                                                   
9º Ideia (em desenvolvimento):

                                                 
 
Na aula de Projecto do dia 3 de Junho, continuei a desenvolver a Ideia 11:







Ideia 5


Ideia 12